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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

QUERO VOLTAR PRA CASA!

Aquele pai gostava de seus dois filhos da mesma forma. Os dois eram importantes e amados. Cresceram juntos, brincavam juntos, às vezes brigavam também, mas depois faziam as pazes. Quando jovens, resolveram se separar. O mais moço, deslumbrado com as coisas que o mundo lá fora oferecia, decidiu partir: - Quero mudar de vida! Aqui está ficando muito chato!

O pai dos rapazes, quando ouviu seu filho mais moço dizendo: - Vou embora! O coração do velhinho quase parou: - Mas, por quê? O que está faltando pra você? Faço por você o melhor que posso! E o jovem, insensível, ainda pede, antecipadamente, a sua parte na herança: - Talvez eu não volte mais! Então, quero levar o que é meu, por direito, agora!

O pai, triste, mas resignado, fez o que o filho mais moço lhe pediu: - Está bem. Se é isso o que você quer, que seja. E vê o rapaz preparando a “mochila”, colocando ali algumas coisas, não tudo, porque pretendia comprar tudo novo nos “shoppings da época”. Ah! Pensava ele: - Quero andar na moda! Quero muitas namoradas! Vou me divertir muito! Quero beber todas! Vou ficar doidão!

E assim foi. Conseguiu muitos “amigos” que o bajulavam de todas as formas! Os olhos deles brilhavam quando viam as moedas que o rapaz exibia! Iam para os bares, bebiam e comiam do bom e do melhor, na verdade, mais bebiam do que comiam; as moças ficavam por perto, entusiasmadas com a alegria daqueles jovens! Tudo era festa e diversão!

Acontece que o dinheiro acabou. Os “amigos” se afastaram. A necessidade surgiu. A fome apareceu. - E agora? Vou procurar trabalho. Qualquer trabalho serve! Preciso de dinheiro! E assim, conseguiu emprego numa fazenda onde criavam porcos. Os porcos eram bem tratados. Ganhavam ração de primeira qualidade. Afinal, eles garantiam o lucro do fazendeiro.

Mas, e o meu almoço? Será que não vão me dar comida? Questionava o rapaz, com a barriga roncando. Acho que vou comer um pouco dessa comida dos porcos, parece bem vitaminada! E então, se lembrou: - Lá na fazenda do meu pai, os empregados comem muito bem, e eu estou aqui, a ponto de comer a comida desses porcos, para não morrer de fome! Quero voltar pra casa!

- Com que cara vou voltar pra casa? Será que meu pai vai me querer de volta? Afinal, eu mesmo me coloquei nessa situação. Por que fui inventar de sair de casa? Como estou envergonhado e arrependido! Pensando assim, o pobre menino rico decide voltar, mas, com uma condição: - Quero ser empregado do meu pai! Não mereço ser tratado como filho! Não, depois de tudo o que eu aprontei! Mas se meu pai não me receber, eu vou entender!

Enquanto isso, lá na fazenda do pai do filho ausente, o velhinho esperançoso, todos os dias caminhava até a porteira principal da propriedade, a que dava vista para a curva da estrada e olhava, olhava de novo e esperava que, a qualquer momento, aparecesse a figura do filho, voltando. - Ele vai voltar! Eu sinto aqui dentro do coração! Hoje, ainda não! Mas, amanhã, quem sabe? O rapaz, enquanto regressava, sentia o coração bater forte. Serei recebido?

Ouvi falar de um fato parecido com esse. Era um filho que, por muito tempo ausente, também decidiu voltar pra casa. Na dúvida se seria recebido ou não, escreveu ao pai pedindo um sinal: - Se tiver um lenço branco no portão, eu entro, se não tiver, passo adiante. Quando o trem se aproximava da vila, ele, muito nervoso, pediu a uma pessoa que olhasse as casas e dissesse se havia alguma com um lenço branco no portão. E a pessoa respondeu:- Não vejo nenhum lenço branco, mas vejo uma casa coberta com lençóis brancos!

Assim também, o rapaz da parábola que Cristo contou, teve a felicidade de ver seu velho pai, correndo ao seu encontro para abraçá-lo, beijá-lo, e ordenar o preparo de um grande banquete para festejar o retorno do filho! O propósito do Senhor Jesus nesse relato (Lc 15:11-32) é nos dizer que o Deus Altíssimo aguarda com ansiedade o retorno de Seus filhos! Havia um distanciamento muito grande que nos separava de Deus Pai. Era o pecado. Cristo veio para assumir nossas culpas e levá-las sobre Si na cruz. Agora, através de Cristo, você pode voltar pra casa!





I WANT TO COME BACK HOME


That father loved his two sons in the same way. Both were important and loved. They grew up together, played together and sometimes discussed among themselves too, but then they made up. When they were young they decided to separate. The younger, dazzled by the things that the outside world offered, decided to leave. "I want to change my life! This place is getting very annoying!” he said to himself.

The father, when he heard his younger son saying he was leaving, he felt his heart almost stop. And he asked to his son: "But why? What is missing for you? I do the best I can for you! "But the young man, insensitive to the arguments of his father, asked in advance for his inheritance and says:" I might not come back! So I want to take everything that is mine now! "

The father became very sad but resigned and he did what the younger son asked: "Okay. That is what you want, whatever", he said to his son. He sees the boy preparing the backpack and putting just some things but not everything, because he was planning to buy everything new. "Ah! I want to be fashionable! I want many girlfriends! I want to have fun! And I want to drink too much until getting crazy!", thought the young man.

And so it was. He met many "friends" that pleased him in every way. Their eyes sparkled when his friends saw the coins of the young boy. They went to pubs, drank and ate the best. Actually drank more than they ate. The girls were around excited about the joy of those youngsters! Everything was fun and party!

But the money ran out. His "friends" turned away. The need arose. Hunger appeared. "And now? I'll look for a job. Any work is good. I need money!”, thought the young man. And so he got a job on a farm where raised pigs. Pigs were treated very well. They ate pig feed of excellent quality. After all, the pigs guaranteed profits for the farmer. "But what about my lunch? Will someone give me food?", questioned the boy with his belly growling from hunger. "I will eat some of this food for pigs!", he said to himself. Then he thought about his father's house. "In my father's farm employees eat very well every day and here I am eating pig feed to avoid die of hunger? This is not right! I want to go home! "

But then came the doubt. "With what face will I get home? Does my father will want me back? After all, I put myself in that situation. Why I left my house? I am very ashamed and sorry ". Thinking thus, the poor little rich boy decides to come back, but imposes one condition to himself. "I want to be an employee of my father! I do not deserve to be treated like son! Not after everything I've done! But if my father did not want to welcome me, I will understand. "

Meanwhile on the farm, the hopeful father walked every day to the main gate and looked at the road waiting for his son. "He will return! I feel it in my heart! Today maybe not! But tomorrow, who knows?". But the young man was on his way back feeling the heart beat stronger and with a doubt. "My father will accept me back?"

I knew from a fact like this. A son, long absent, also decided to go back home. But he was not sure if he would be welcomed into your home and wrote a letter to his father asking for a sign. If I had a white scarf stuck in the gate of the house, he would enter. Otherwise he would follow his path. When the train was near the village the young man, very nervous, asked a person who looks the houses and said if there was a white scarf at the gate of one of them. And the person replied. "I see no white scarf, but I see a whole house covered with bed sheets".

So too, the guy in the parable told by Christ, had the happiness of seeing his old father running to meet him to hug him, kiss him and ordering the preparation of a great banquet to celebrate the return of his son! The purpose of the Lord Jesus in this tale (Luke 15:11-32) is telling us that God is looking forward to the return of His children. There was a big distance separating us from God the Father, that is, sin. Christ came to take our sins and take them upon Himself on the cross. Now, through Christ, you can go home!





QUIERO VOLVER A MI CASA!


Ese padre disfrutaba de sus dos hijos de la misma manera. Ambos eran importantes y queridos. Crecieron juntos, jugaban juntos y, a veces peleaban bien, pero luego hicieron las paces. Cuando eran más jóvenes decidieron separarse. El más joven, deslumbrado por las cosas que el mundo exterior ofrecía, decidió marcharse. "Quiero cambiar mi vida! Aquí está consiguiendo aburrido! ", Se dijo.

El padre de los niños cuando escuchó a su hijo menor, diciendo que se iba sintió que su corazón casi se detuvo. Y le preguntó a su hijo: "¿Pero por qué? Lo que falta para usted? Hago lo mejor que puedo por ti "Pero el joven, insensible a los argumentos de su padre, le pide de antemano por su herencia y dice:" Tal vez no volveré! Y quiero tomar lo que es mío por derecho ahora! "

El padre triste, pero resignado, hizo lo que el hijo más joven le pidió: "Está bien. Si eso es lo que quieres, lo que sea ", dice a su hijo. Él ve el chico preparando sólo una mochila y poner algunas cosas, pero no todo, porque quería comprar todo lo nuevo en los centros comerciales. "Ah! Quiero estar a la moda! Quiero muchas novias! Quiero tener diversión también! Quiero demasiadas bebidas y bebo hasta que me emborracho ", dijo el joven.

Y así sucedió. Logró muchos "amigos" que lo adulaban en todos los sentidos. Los "amigos" se emocionaron al ver las monedas que el niño llevaba. Fueron a bares, bebían y comían sólo lo mejor. De hecho, bebieron más de lo que comían. Las chicas estaban siempre alrededor y jugaban con los niños! Todo era fiesta y diversión!

Pero el dinero se acabó. Los "amigos" se alejaron. Surgió la necesidad. Llegó el hambre. "¿Y ahora? Voy a buscar trabajo. Cualquier trabajo! Necesito el dinero! ", dijo el joven. Y así consiguió un trabajo en una granja donde criaban cerdos. Los animales fueron tratados muy bien y comieron una alimentación excelente. "¿Pero mi almuerzo? ¿Me darán comida?”, cuestionó el muchacho, con su vientre gruñendo de hambre. "Creo que voy a comer un poco de este alimento de los cerdos", pensó el joven. Entonces recordó. "En empleados de la granja de mi padre se alimentan muy bien, y aquí estoy a punto de comer el alimento de los cerdos, ¿para no morir de hambre? ¡Esto no está bien! ¡Quiero volver a mi casa! "

Pero luego vino la pregunta. "¿Con qué cara me pondré en mi casa? ¿Mi padre me aceptará? Me puse en esa situación. ¿Por qué salí de mi casa? ¡Como me da vergüenza y lo siento!" Así  el pobre niño rico decide volver, pero impone una condición en sí. "Quiero ser un empleado de mi padre. No merezco ser tratado como hijo. No después de todo lo que he hecho. Pero si mi padre no me aceptar lo entenderé."

Mientras en la granja, el padre caminaba todos los días a la puerta principal y esperando  aparecer en cualquier momento a su hijo. "Él va a estar de vuelta! Siento en mi corazón! Tal vez no hoy! Pero mañana, ¿quién sabe?" Mientras, el muchacho regresaba a su casa. "Voy a ser recibido por mi padre?".

Supe una historia como esta. Un hijo, mucho tiempo ausente, decidió regresar a su casa. En caso de duda si se recibe o no escribió a su padre pidiendo una señal. Si tuviera un pañuelo blanco en la puerta, entraba a la casa, de lo contrario, seguirá adelante. Cuando el tren se acercaba al pueblo, preguntó a alguien se tenía una casa con un pañuelo blanco en la puerta. Y la persona respondió: "No veo ningún pañuelo blanco, pero veo una casa entera cubierta con sábanas blancas".


Así también, el hombre de la parábola contada por Cristo, tuvo la alegría de ver a su padre corriendo a su encuentro para abrazarlo, besarlo y ordenar la preparación de una gran fiesta para celebrar el regreso del niño. El propósito del Señor Jesús en este relato (Lucas 15:11-32), es decir que el Dios Altísimo espera ansiosamente el regreso de sus hijos. Había una gran brecha que nos separó de Dios el Padre, es decir, el pecado. Cristo vino a tomar nuestros pecados y cargarlos sobre sí mismo en la cruz. Ahora, por medio de Cristo, ¡podemos ir a casa!


  

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O HOMEM-AREIA E O HOMEM-ROCHA

A casa tombou! Por quê? Porque não tinha alicerce. O que é alicerce? É a fundação, a parte mais importante de uma construção. Engraçado é que o tal alicerce nem mesmo aparece! Mas você sabe que uma casa para não desabar, precisa de um bom alicerce, não é? Então, quando você olha uma residência, a primeira coisa que você vê é o modelo, se é grande ou pequena, se é moderna ou antiga, se é pintada ou não, mas não enxerga o alicerce, que é o que vai garantir se a casa vai ficar em pé ou não!

Sendo assim, a resistência de uma casa, ou melhor, o alicerce, deveria ser a maior preocupação de uma pessoa ao construir a casa onde vai morar, não acha? Pois parece que algumas pessoas não pensam dessa maneira, e vão logo procurando a cor da tinta para pintar as paredes, e o que fazer para enfeitar bem a casa! Quando a tempestade vem com ventos fortes, a casa toda pintadinha e colorida começa a tremer, ameaçando cair!

Pois bem, o Senhor Jesus Cristo nos fala de duas casinhas que foram construídas e nos diz por que uma delas tombou, enquanto a outra resistiu às tempestades. Sabe por que uma delas caiu? Porque foi construída sobre a areia! Por acaso a areia é solo apropriado para a construção de uma residência? Claro que não! Quando a chuva chega, leva a areia embora e a casa cai.

O que leva uma pessoa a construir sobre a areia? Imagino aqui, essa pessoa procurando a maneira mais fácil, mais rápida para atingir seu objetivo. O quê? Cavar na rocha? É duro demais! E o tempo que vou levar? Na areia é mais fácil, mais macia, além do que, vou ganhar tempo! Aquele meu amigo lá, estão vendo? Faz um mês que ele está preparando o alicerce da casinha dele! Também, olha só em que terreno ele está cavando! Vou terminar minha casinha logo, logo, enquanto ele nem terminou o alicerce!

Passaram-se os dias, e já se podia ver o “homem-areia” na varanda, deitado numa rede, balançando e tomando suco de laranja, rindo por dentro, ao perceber o “homem-rocha” suando, dando duro para conseguir terminar pelo menos o alicerce. De vez em quando parava para analisar se alguma coisa não estava fora de prumo. Assim que tinha certeza, voltava ao trabalho, determinado a construir uma casa bem resistente. - Quanto tempo vou levar? Não importa! Quero que fique firme!

Sabe que qualidade o Senhor Jesus apreciou no “homem-rocha”? Ele disse que esse construtor era uma pessoa prudente. E o que é ser prudente? É ser cuidadoso, cauteloso, enfim, é fazer um trabalho bem feito, que dá gosto de ver! E o “homem-areia”, o que Jesus disse a repeito dele? Disse que ele era um construtor insensato. E o que é ser insensato? É ser tolo, louco! É claro que você não deve procurar um construtor insensato para construir a sua casa, certo?

O teste que determinou a resistência das duas casinhas, veio em forma de uma grande tempestade, e quando caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos contra as casas, e a que fora construída na rocha, resistiu. A outra, a que fora construída na areia, desabou e foi grande a sua ruína.
  
O que você acha que o “homem-areia” fez quando percebeu que sua casa ameaçava cair? Penso que ele saiu correndo em direção à casa do “homem-rocha” e, ofegante, pediu: - Por favor, preciso de abrigo! A minha casinha, tão bonitinha, caiu! Posso entrar? E é claro que o “homem-rocha” abriu a porta e lhe disse: - Entre depressa! A minha casa não é muito bonita, mas, é bem forte!

Quando o Senhor Jesus falou desses dois tipos de construtores, Ele usou essa ilustração para nos ensinar que não somente as casas podem ruir! Nossas vidas, nossos sonhos, nossos objetivos, nossa confiança, nossa fé, também podem desabar! Então, Cristo disse que quem ouve e pratica os ensinamentos dEle, são comparados ao “homem rocha”, isto é, são firmes, inabaláveis porque o Senhor Jesus é a rocha, o fundamento que sustenta os que nEle confiam. Assim, para que a sua fé não desfaleça, ela precisa estar alicerçada em Cristo!






quarta-feira, 16 de outubro de 2013

REPARTINDO A MERENDA

Você já ouviu falar da multiplicação dos pães, milagre feito pelo Senhor Jesus Cristo e que saciou a fome de mais de cinco mil pessoas? Mas você sabia também que foi uma criança, talvez um menino de doze ou treze anos quem colaborou com esse acontecimento maravilhoso? Quer saber como? Ora, simplesmente ele entregou a Jesus o seu lanche. Sabe qual era a merenda dele? Cinco pães e dois peixinhos. O suficiente apenas para uma criança.

No meio de toda aquela multidão, ele era o único que tinha levado lanche. Por trás de um lanche sempre existe uma mãe bondosa e preocupada com a alimentação de seus filhos, não é verdade? Houve uma época em que as escolas não ofereciam merenda como nos nossos dias. Cada aluno tinha que levar o seu de casa, sabia?

E aí, começava a preocupação das mães: - Não esqueceu o lanche? Não vai ficar com fome? Se cuide, menino! Coma tudo! Não quero ver você fraquinho! Para aprender bem a lição tem que se alimentar direito. Hoje é um pouco diferente porque as escolas providenciam tudo. Mas mesmo assim, os pais estão sempre observando se tudo vai bem! E é bom que seja assim!

O garoto de nossa história - e esse acontecimento está registrado nas Escrituras -  (Evang. João 6:1-15) também foi aprender. Quem era o professor? Era o Senhor Jesus Cristo! Existia uma escola, um prédio, uma sala bem grande? Não. Jesus ensinava ao ar livre! Nos campos, as multidões sentadas na relva, sentindo o sibilar suave do vento, ouvindo o cantar dos pássaros!

As lições que Jesus ensinava eram tão fascinantes, tão maravilhosas que eles passavam horas e horas seguidas, o dia todo até, e não se cansavam! Esqueciam até de comer! Até o menino que levou merenda não se lembrou de comê-la! É bem possível que a mãe do garoto tenha preparado aquele lanche com muito carinho e tenha dito: - Meu filho, eu fico muito feliz por você gostar de ouvir os ensinamentos do Mestre Jesus. Por isso vou preparar este lanchinho para você comer na hora do recreio!

Será que Jesus dava recreio para seus alunos? Claro que dava! Mas não havia cantina, nem cozinheiras, nem o conforto que conhecemos hoje. Mas o registro bíblico informa que o Senhor Jesus ficou com pena daquelas pessoas, porque elas não queriam se afastar dEle, ficavam o dia todo ouvindo Seus ensinamentos, sem comer!

Assim, Jesus chamou seus discípulos e disse: Precisamos alimentar essas pessoas! Como? Responderam eles. Não temos a menor possibilidade de providenciar comida para tanta gente! Foi então que a merenda do nosso garoto entrou em cena! Um dos discípulos viu que o menino tinha lanche. E avisou Jesus, dizendo: - Mas, são apenas cinco pãezinhos e dois peixinhos! O que é isso para tanta gente?

Imagino aqui, o discípulo chegando perto do menino, meio sem graça, e pedindo:- Será que você poderia emprestar o seu lanche para Jesus? Claro, responde o garoto, todo empolgado! Mas, o que Ele vai fazer com ele? Também não sei direito, diz o discípulo. Venha comigo e vamos descobrir!

Quando Cristo pegou aqueles cinco pãezinhos e os dois peixinhos nas mãos, estendeu os braços e orou  agradecendo a Deus Pai por aquela provisão. Em seguida foi dividindo em pedaços e passando às mãos dos discípulos para que eles fossem distribuindo às pessoas. E sabe o que aconteceu? Aqueles pães e aqueles peixes foram esticando...esticando...esticando...e aumentando sem parar...e as pessoas foram comendo...comendo...comendo até que alguém disse: “Nunca comi tanto como hoje”. Sim, porque o texto diz que “todos comeram e se fartaram”. E sabe o que mais? Ainda sobraram doze cestos cheios!


O que você acha que o menino que entregou seu lanche a Jesus, disse ao chegar em casa? Imagino aquele garoto pulando de contentamento e dizendo: Mãe, Jesus dividiu a merenda que a senhora preparou e mais de cinco mil pessoas comeram do nosso lanchinho! 




SHARING OUT THE SNACK


Have you heard about the multiplication of the breads, a miracle wrought by the Lord Jesus Christ, which satisfy the hunger for more than five thousand people? And did you know that a child, perhaps a boy of twelve or thirteen, collaborated on this wonderful event? Do you want to know how? He just gave his lunch to Jesus. Do you know what he had for lunch? Five breads and two fishes. Long enough for only one child.

In that crowd he was the one who had taken snack. Behind a snack there is always a good mother and worried about feeding their children. There was a time when schools did not offer snack as in our days. Each student took a snack from home. And then began to worry. "Do not forget the snacks? Take care! Eat it! I do not want to see you weak! To learn the lesson you need to eat right, "said the mother. Nowadays is different because the schools provide all. But even so, parents are always watching if everything is going well. And it better be well!

The boy in our story, which event is recorded in Scripture in John 6:1-15, was also learning. Who was the teacher? It was the Lord Jesus Christ! Was there a school or a classroom? No. Jesus taught outdoors! The crowd sat in the grass, feeling the wind and hearing the birds singing!

The lessons he taught were so fascinating, so wonderful that the crowd would spend hours and hours, all day listening and never tired. People forgot to eat! Even the boy who took snack did not remember to eat it! It is quite possible that the boy's mother has prepared a snack with great care and has said: "My son, I am very happy you liked to hear the teachings of the Master Jesus. So I will prepare for you to eat this snack during the break! "

Did Jesus give a break to the students? Of course he gave! But there was no canteen, or cookers, or the comfort that we know today. But the Biblical record says that the Lord Jesus felt sorry for those people because they did not want to move away from him and stayed all day listening to His teachings without eating!

So Jesus called his disciples and said: "We need to feed these people!" "How do we do this Master? We cannot provide food for so many people! "They said. It was then that our kid's snack came in! One of the disciples saw that the boy had snack. And he said to Jesus, "But Lord, there are five loaves and two fishes! What are they among so many? "

I can imagine the disciple approaching the boy and embarrassed asking: "Do you lend your lunch to Jesus?" "Of course!", replied the boy excited! "But what will Jesus do?" Ask the boy. "I'm not sure. Come with me and let's find out ", replied the disciple.

When Christ took those five loaves and the two fishes he held out his hands to heaven and thanked God for the food. Then he divided into pieces and gave to the disciples to distribute to the people. Do you know what happened? The loaves and fishes were multiplying endlessly. And people were eating, eating, eating until someone said: "I've never had so much as today!" Yes, because the text says that "all ate and were satisfied." And you know what else? Twelve baskets left over!

What do you think the boy who gave his lunch to Jesus said when you get home? I imagine that kid jumping for joy and saying, "Mom! Jesus divided the snack that you prepared and more than five thousand people ate it!”



COMPARTIENDO LA MERIENDA


¿Has oído hablar de la multiplicación de los panes, el milagro obrado por el Señor Jesucristo, y que dio de comer a cinco mil personas? Y ¿sabía usted que un niño, tal vez un niño de doce o trece años que colaboró ​​en este maravilloso evento? ¿Quieres saber cómo? Él simplemente le dio a Jesús su almuerzo. ¿Sabes lo que fue el almuerzo? Cinco panes y dos peces. Suficiente para sólo un niño.

Entre la multitud que fue quien tomó la merienda. Detrás de una merienda siempre hay una buena madre y preocupada por la alimentación de sus hijos, ¿no es así? Hubo un tiempo en que las escuelas no ofrecen comidas como en nuestros días. Cada estudiante tomó su comida de casa. Y madre siempre decía: "¡No te olvides de la merenda! ¡No tengas hambre! ¡Cuida de ti mismo! ¡Aliméntate! ¡No quiero verte débil! Para aprender la lección usted necesita comer bien. "Hoy en día es un poco diferente porque las escuelas ofrecen la merienda. Pero aún así, los padres y las madres siempre están viendo si todo va bien. Y es mejor que sea así.

El chico de nuestra historia, y este evento se registra en Juan 6:1-15, también estaba aprendiendo. Quién era el maestro? Era el Señor Jesucristo! Había una escuela o salón de clases? No. Jesús enseñó al aire libre! El público ya estaba sintiendo el viento en la hierba, escuchando a los pájaros!

Las lecciones enseñadas por Jesús eran tan fascinantes, tan maravillosas que la gente pasaba horas y horas escuchando todo el día sin cansarse. La gente se olvidó de comer! Incluso el chico que llevó comida se olvidó de comer! Es muy posible que la madre del niño ha preparado una merienda con gran atención y ha dicho: "Hijo mío, estoy muy feliz de te ha gustado de escuchar las enseñanzas del Maestro Jesús. Así que voy a preparar para que comas la merienda en el recreo."

Pero Jesús, ¿dio un intervalo para sus estudiantes? Por supuesto que si. Pero no había cantina o cocineros o la comodidad que tenemos hoy. Sin embargo, el registro bíblico dice que el Señor Jesús se compadeció de las personas, ya que no querían alejarse de él y permanecieron todo el día escuchando sus enseñanzas sin comer.

Jesús llamó a sus discípulos y les dijo: "Tenemos que alimentar a esta gente!" "¿Cómo hacer Maestro? ¡No podemos alimentar a tanta gente! ", dijeron. Fue entonces que los discípulos se acordaron la merenda de nuestro chico. Uno de los discípulos vio al niño con merienda y dijo a Jesús: "Señor, cinco panes y dos peces, ¿qué es esto para tantos?"

Me imagino a los discípulos acercándose al chico, torpemente preguntándole: "Usted presta su comida a Jesús?" Y el niño responde muy contento, "¡Por supuesto! Pero lo ¿que Jesús va a hacer con él? "" No estoy seguro. Ven conmigo y vamos a saber ", responde el discípulo.

Cuando Cristo tomó los cinco panes y los dos peces, y extendió sus manos al cielo y oró, dando gracias a Dios por la comida. Luego fue dividiendo en pedazos y dándoles a los discípulos para dar a la gente. ¿Y sabes lo que pasó? Los panes y los peces se multiplicaron, aumentando incesantemente. Y la gente estaba comiendo, comiendo, comiendo hasta que alguien dijo: "Nunca he tenido tanto como hoy" Sí, porque el texto dice que "todos comieron hasta saciarse." ¿Y sabes lo que pasó?  Doce cestos sobraron!


¿Qué crees que el chico que le dio su comida a Jesús, dijo al llegar a casa? Imagino ese chico saltando de alegría y diciendo: "¡Mamá! Jesús dividió la comida que ha preparado y ¡más de cinco mil personas comieron nuestra merienda! "

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O CÃOZINHO MENSAGEIRO

Era um cachorrinho de rua, magrinho, sem dono, sem casa, sem lar, que vivia perambulando pelas ruas, sem rumo e derrubando as latas de lixo que encontrava, em busca de comida. Já estava acostumado a ser expulso dos lugares. Frases como: - Sai pra lá, cachorro feio! Sarnento! Não volte mais aqui, ouviu? Eram atitudes que não faziam o menor sentido para o animalzinho.

- Por que será que me tratam assim? Por certo era o que o cachorrinho pensava; ...não faço mal a ninguém..., nem morder uma pessoa eu sei..., só quando algum cachorro abandonado como eu, quer tomar a minha comida, aí sim, eu mostro meus dentes, e mesmo assim tenho que me esforçar pra fazer cara feia!

- Bem, vou visitar de novo aquele sítio onde mora aquela senhora idosa. Ela não parece gostar de mim, mas mesmo assim vou lá! Quem sabe, hoje será diferente!

De fato, a dona Maria era uma pessoa já idosa, muito ocupada com seus afazeres. No seu sítio havia muitos animais para serem tratados: galinhas, porcos, coelhos e algumas vacas também. Serviço era o que não faltava. Era um tal de trocar feno, água, ração, varrer o pátio, e a horta então? Alface, cenoura, vagem, tomate, rabanete, cheiro-verde, couve e tantas outras hortaliças!

- E para complicar ainda mais o meu dia, lá vem de novo aquele cachorrinho! O que é que eu faço para me livrar dele? Nem olho para ele, não dou comida a ele, não falo com ele e ainda assim, todos os dias ele dá um jeito de aparecer por aqui! Alguém deveria tomar uma providência e tirar esses cachorros da rua!

Um dia, dona Maria estava lá no curral, ordenhando as vacas. Era longe da casa, ela estava lá sozinha, fazendo o seu trabalho e com pressa de terminar logo. Assim que ela acabou a tarefa, enquanto juntava os vasilhames, pisou em falso e caiu. Quando dona Maria tentou levantar-se: ai, que dor..., não consigo firmar a perna... e agora? Estou longe de casa, nem que eu grite, ninguém vai escutar!

Foi nesse momento que aquela senhora teve uma surpresa. Quem foi que apareceu perto dela? Isso mesmo! Aquele cachorrinho que costumava visitá-la sem ser convidado! Quando o cãozinho sem dono viu dona Maria caída, percebeu pela expressão do rosto dela, que alguma coisa estava errada! - Tenho que ajudar de alguma maneira - pensou o cachorrinho! A única coisa que eu sei fazer é latir. Então vamos lá!

Assim, o  ”totozinho” começou a latir e latiu tanto, e não parou até que chamou a atenção das pessoas que foram lá ver afinal a razão de tanto barulho! O que é que tem esse cachorro? Por que não para de latir? O que será? E encontraram a dona Maria caída, sem poder se levantar. Levaram-na para casa e trataram dela até que ela ficou boa.

Desse dia em diante, dona Maria começou a guardar algum pedaço de pão, carne ou biscoito para dar  ao cachorrinho visitante de todos os dias. Agora ela gostava dele! - Você é meu amiguinho! Salvou a minha vida! E eu que tratava você com tanta estupidez! Não fosse seus latidos, hem!

Esta história nos ensina duas lições preciosas. A primeira, é que precisamos reconhecer que tudo o que Deus criou foi para o nosso bem. Devemos ser agradecidos. De onde vem o leite? Da vaca. De onde vêm os ovos? Da galinha. De onde vem o mel? Das abelhas. E os cachorros? Será que esse dispositivo que Deus colocou neles, isto é, o ato de latir, não foi visando também o nosso bem? Eles transmitem mensagens! Mesmo sem falar, eles avisam quando alguma coisa não está normal. Já pensou nisso?


A segunda lição está relacionada ao modo como algumas pessoas tratam, não somente aos animais, mas principalmente aos seus semelhantes. Basta que uma pessoa não seja útil aos nossos propósitos e, imediatamente, a ignoramos! Como se uma pessoa não passasse de uma utilidade doméstica! Ora, o que dizer então da forma como Cristo foi tratado neste mundo? No entanto, lá na cruz Ele providenciou a nossa redenção!  

PUPPY  MESSENGER


He was a small dog who lived aimlessly wandering the streets and knocking over the trash cans looking for food. He was accustomed to being kicked out of places. Phrases such as: - Ease up cuz, ugly dog​​! Itchy! Do not come back here, okay? But these attitudes do not make sense for the animal....

"Why do they treat me like this?" The puppy thought. "I do not hurt anyone. Not biting a person I know. Only when a stray dog ​​as I want to take my food. Then yes, I show my teeth, and even then I have to force myself to frown! But that's okay. Today I will visit again the place where that old lady lives. It seems she does not like me, but I'll go! Maybe today will be different. "

In fact, Lady Mary was an elderly person and very busy with her duties. In the farm there were many animals to be treated: chickens, pigs, rabbits and a few cows. Service was not missing. Switch hay, water, feed, sweep the patio and take care of the vegetable garden. Lettuce, carrots, green beans, tomatoes, radishes, green seasoning, cabbage and many other vegetables!

"To further complicate my day comes again that puppy!" thought Mrs. Maria. "What do I do to get rid of him? I even look at him, do not give food, not talk to him but every day he finds a way to appear here! Someone should do something about it and take these dogs from the street!”

One day Mrs. Maria was in the barn milking cows. It was far from home and she was alone, doing the job in a hurry to finish early. As soon as she finished the task, as she gathered the containers she stepped footing and fell. When she tried to get up she thought: "Oh, what a pain! I cannot firm up the leg! And now? I'm away from home and even if I scream no one will hear me! "

At this time she had a surprise. Who has appeared near her? That's right! That puppy who used to visit her uninvited! When the dog saw Mrs. Maria fallen, he saw the expression on her face that something was wrong! "I have to help her in some way," thought the puppy. "But the only thing I can do is bark! So here I go! "

So the dog started barking. And he barked so much that called the attention of people who went to see why so much noise. "What's wrong with this dog? Why not stop barking? What is it? ", people wondered. Then they found Mrs. Maria fallen and  she could not get up. They took her home and treated her to get well.

From that day on, Mrs. Mary kept a piece of bread, meat or biscuit to give the puppy every day. Now she liked him! "You're my little friend! You saved my life! And I treated you with such stupidity! If not for our barking! ", she always said.

This story teaches us two lessons. The first is that we need to recognize that everything that God created was for our benefit. We should be grateful. Where do we get milk? Cow. Where did we get the eggs? Chicken. Where did we get the honey? Bees. And the dogs? Does this device that God put in them, the act of barking, there was also aiming our good? They transmit messages! Even without speaking they tell you when something is not good. Have you ever thought about that?

The second lesson is related to the way some people treat not only the animals, but especially to his fellow men. Just a person that is not useful for our purposes, and immediately ignore it! As a person no more than a domestic utility! But then what about the way Christ was treated in this world? However, on the cross He provided our redemption!


  

EL PERRITO MENSAJERO



Era un perro callejero, flaco, extraviado y sin hogar que vivía vagando por las calles iado y derribando latas de basura en busca de comida. Estaba acostumbrado a ser expulsado de los lugares. Frases como: "¡Ponte ahí, feo, perro sarnoso! ¡Y no vuelve aqui!" Fueron actitudes que no tenían sentido para el animal.

"¿Por qué me tratan así?", pensó el perro. "Yo no hago daño a nadie. No sé morder a la gente. Sólo cuando un perro callejero como yo quiero tomar mi comida. Entonces sí, puedo mostrar mis dientes, y aún así tengo que obligarme a fruncir el ceño. Pero eso está bien. Hoy voy a visitar de nuevo el lugar donde vive la anciana. No parece que me gustaría, ¡pero voy! Tal vez hoy será diferente ".

De hecho, María era una mujer de edad, demasiado ocupados con sus tareas. En su sitio había muchos animales a tratar: pollos, cerdos, conejos y algunas vacas. El servicio no terminaba. Necesitaba cambiar de heno, agua, alimentación, barrer el patio y cuidar del jardín. Lechuga, zanahorias, judías verdes, tomates, rábanos, condimento verde, repollo y otras verduras.

"Y para complicar mi día llega de nuevo a ese perro", pensó la señora Maria. "¿Qué debo hacer deshacerse de él? No doy atención a él, yo no ofrezco comida y no hablo con él, pero todos los días aparece aqui. ¡Alguien debería tomar medidas y eliminar estos perros de la calle!"

Un día, la señora María estaba ordeñando vacas. Estaba lejos de casa y ella estaba sola, haciendo su trabajo a toda prisa a terminar pronto. Cuando terminó la tarea, mientras recogía las botellas vacías, dio un paso y cayó torpemente. Cuando la señora trató de levantarse, "¡Oh, qué dolor! ¡No puedo sostener la pierna! ¿Y ahora? Estoy lejos de casa y aunque grite nadie me escuchará. "

Fue entonces que ella tenía una sorpresa. ¿Quién apareció a su lado? El perro que iba a visitarla, incluso sin haber sido invitado. Cuando el perro vio a la señora María tendido en el suelo, se dio cuenta de que algo andaba mal. "Tengo que ayudar de alguna manera", pensó el cachorro. "Pero lo único que puedo hacer es ladrar. ¡ Así que aquí voy! "

Así que el perro empezó a ladrar. Y ladró para llamar la atención de las personas que fueron a ver por qué tanto ruido. "¿Qué le pasa a este perro? ¿Por qué no deja de ladrar? ¿Qué es? ", La gente se preguntaba. Luego encontraron a la señora María tendido en el suelo sin poder levantarse. Se llevaron a su casa y se cuidaron hasta que estuvo bien.

Desde ese día, la señora María comenzó a poner un poco de pan, carne y galletas para el perro. Ahora ella le gustaba. "¡Eres mi pequeño amigo! ¡Me salvó la vida! ¡Y te he tratado con tal estupidez! No fuera sus ladridos... ", decía siempre.

Esta historia nos enseña dos lecciones valiosas. La primera es que tenemos que reconocer que todo lo que Dios creó fue para nuestro bien. Debemos estar agradecidos. ¿De dónde viene la leche? Vaca. ¿Dónde están los huevos? De pollo. ¿De dónde viene el miel? Abejas. ¿Y los perros? Dios ha puesto en ellos el acto de ladrar para nuestro bien. ¡Ellos transmiten mensajes! Incluso sin hablar te dicen que algo es anormal. ¿Has pensado en eso?

La segunda lección se relaciona con la forma en que algunas personas tratan no sólo a los animales, pero sobre todo a sus semejantes. Sólo una persona que no es útil para nuestros propósitos, y de inmediato lo ignoran! Como una persona no más de una utilidad doméstica! Pero entonces ¿qué pasa con la manera en que Cristo fue tratado en este mundo? Sin embargo, en la cruz, Él proveyó nuestra redención!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

O VAGA-LUME E A BORBOLETA

Era uma vez, uma borboleta muito bonita. Suas asas eram bem coloridas e com desenhos bem chamativos. Ela voava vaidosa e orgulhosa pelo jardim florido. Achava-se a mais bonita entre todos os insetos, e por isso vivia se exibindo, batendo as asas, esperando que todos olhassem para ela.

Um dia, em suas apresentações matinais, ela percebeu um inseto pequenino, pretinho, encolhido numa folha verde. A borboleta chegou bem pertinho, olhou o bichinho e perguntou:

- Você sabe voar?

- Sei, respondeu o insetinho.

- Então, voe, pediu a borboleta. Quero ver se suas asas são tão bonitas como as minhas!

- Ah não - falou o inseto - minhas asas são feias e por isso não quero mostrá-las! Dizendo isso, voou para outro canto, tentando se esconder dos olhos curiosos da borboleta.

Assim, a nossa borboleta folgada, ficou rindo, dizendo para si mesma: - Como é feio esse bichinho! Como pode um inseto ser tão sem graça desse jeito! Eu sim, observem só as minhas asas. São lindas, não?

Acontece, que um belo dia, a borboleta vaidosa resolveu voar mais longe. Queria mostrar a sua beleza em lugares diferentes. Voou, voou, e foi cada vez mais distante. Por onde ela passava, todos os insetos paravam para apreciar sua formosura. Era a glória! Ela se sentia cada vez mais feliz!

E com tantos elogios e olhares de admiração por parte da comunidade dos insetos, a nossa querida borboleta nem percebeu que o dia passou e a noite chegou. - Está na hora de eu voltar para casa - pensou a borboleta. Mas, como? Está tão escuro que eu não vou encontrar o rumo! E agora? A borboleta experimentou, pela primeira vez, a sensação do medo. Começou a voar de um lado para outro, sem saber que direção tomar.

Então pensou: - Vou pedir informações para os meus admiradores! Mas, onde eles se esconderam? Não vejo ninguém! É que o toque de recolher tinha sido dado e todos os insetos se aninharam para dormir! A borboleta estava só, perdida na noite e desesperada de medo. Ela não conseguiu evitar os soluços. E agora?  O que é que eu faço? Não posso voltar para casa no escuro! Se eu tivesse, pelo menos, uma lanterninha!

Quando a borboleta falou:

- Lanterninha!

Eis que apareceu uma lanterninha voadora!

- Quem é você? Perguntou a borboleta, assustada.

- Eu sou aquele inseto feio de quem você zombou dias atrás! Eu sou um vaga-lume! De dia eu não tenho beleza alguma, mas, à noite, o Criador me faz brilhar como estrelinha pisca-pisca! Está vendo como eu sou uma lanterninha? Acendo e apago. E tem mais, vou mostrar o caminho de volta ao seu lar! Siga o meu pisca-pisca!

E assim, o “vagaluminho” salvou a borboleta de ficar perdida na noite. Desse dia em diante, a borboleta passou a ser mais humilde. Começou a reconhecer o valor dos outros também! Ela pensou: “Cada um tem a sua importância! De que adiantou toda a minha beleza? Se não fosse a luz desse meu amigo lanterninha, eu teria “ido para o brejo” com beleza e tudo!”

Mais importante do que aprender a valorizar as qualidades dos outros, é reconhecer também que existe Alguém em quem você pode confiar em qualquer circunstância de sua vida e que deseja que você viva na luz! Ele (Jesus Cristo) disse: “ Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas, pelo contrário terá a luz da vida.” (Jo 8:12)  




THE FIREFLY AND THE BUTTERFLY


Once upon a time, there was a beautiful butterfly. Her wings were colorful with flashy designs. She proudly flew the flower garden. She felt herself the most beautiful among all the insects, and she showed to everyone flapping her wings, wanting everyone to look at her.

One day in your presentations morning, she noticed a tiny insect shrunk a green leaf. The butterfly came near, looked at the bug and asked:
- You know how to fly?
- I know. Replied the little insect.
- So fly! I want to see if your wings are beautiful as mine! Asked the butterfly.
- Oh no - said the bug - my wings are ugly and do not want to show them off!
Saying this, he flew to another place trying to hide from the prying eyes of the butterfly.

Thus, the butterfly was laughing and saying to herself: "How does this bug is ugly! How can an insect be so clumsy! I do not! Watch just my wings. They are beautiful, no? "

One day, the butterfly decided to fly farther. She wanted to show her beauty in different places. Flew, flew, farther and farther away. Wherever she went, all the insects stopped to appreciate her beauty. It was glorious! She felt increasingly happier!

With so many compliments and admiring glances from the community of insects, the butterfly did not realize that the day passed and night came. "It's time to go home," thought the butterfly. "But how? It's so dark and I will not find the way. And now what do I do?” The butterfly was felling scared for the first time. She started flying from one side to another without knowing which way to go.

Then she thought. "I'll ask for information to my fans! But where do they hide? I do not see anyone.” The curfew had been given all the insects and calmed down to sleep. The butterfly was alone, lost in the night and very scared. She could not avoid her sobs. "And now? What do I do? I cannot go home in the dark! If I had a small flashlight! ", she told herself.

Suddenly she saw a flying small flashlight!
- Who are you? Asked the butterfly still scared.
- I'm that ugly bug who you mocked a few days ago. I'm a firefly! During the day I do not have any beauty, but at night the Creator makes me shine like a little star flasher! Can you see?  I'm an small flashlight.  I turn on and turn off. And I can show you the way to your home! Follow my flasher!" Answered the little insect.

And so, the little firefly saved the butterfly lost in the night. From this day forward the butterfly became more humble. She began to recognize the value of others. She thought: "Everyone has their importance! My beauty has solved nothing! If not for the light of my small flashlight friend,
I would have lost with beauty and everything! "

More important than learning to appreciate the qualities of others, it must also recognize that there is someone you can trust in all circumstances of your life. And he wants you to live in the light! He (Jesus) said: "I am the light of the world: he that followed me shall not walk in darkness, but shall have the light of life." (John 8:12)





LA LUCIÉRNAGA Y LA MARIPOSA


Era una vez una hermosa mariposa. Sus alas eran muy coloridas. Volaba vano y orgulloso en el jardín de flores. Se le considera el más hermoso de todos los insectos, y vivía mostrando sus alas, deseando a todos a mirarla.

Un día en la mañana de presentaciones, se dio cuenta de un pequeño insecto, negro, acurrucado en una hoja verde. La mariposa se estuvo muy cerca, miró al insecto y le preguntó:
- ¿Sabes cómo volar?
- Lo sé. Respondió el pequeño insecto.
- ¡Entonces muéstrame! Quiero ver si sus alas son tan bellas como mis alas! Pregunta de la mariposa.
- ¡No! dijo el insecto, ¡mis alas son feas y así no quiero mostrarlas!
Diciendo esto, voló a otra esquina, tratando de esconderse de las miradas indiscretas de la mariposa.

Por lo tanto, la mariposa se ​​reía y decía a sí misma: "¡Cómo este insecto es feo! ¿Cómo puede  ser tan torpe de esa manera? ¡Yo soy más hermosa! Mira mis alas. Son hermosas, ¿no? "

Un día la decidió volar más distante. Quería mostrar su belleza en diferentes lugares. Voló, voló, cada vez más distante. Dondequiera que iba, todos los insectos pararon para apreciar su belleza. ¡Era la gloria! ¡Se sentía cada vez más feliz!

Y con tantos elogios y miradas de admiración de la comunidad de insectos, nuestra querida mariposa no se dio cuenta de que el día pasó y llegó la noche. "Es hora de volver a mi casa", pensó la mariposa. "¿Pero cómo? Está tan oscuro que no voy a encontrar el camino. ¿Y ahora?” La mariposa experimentó por primera vez, la sensación de miedo. Empezó a volar de un lado a otro sin saber qué dirección tomar.

Entonces pensó. "¡Yo pregunto a mis fans! Pero, ¿dónde se esconden? ¡Yo no veo a nadie¡" El toque de queda había sido dado y todos los insectos estaban durmiendo. La mariposa estaba sola, perdido en la noche y muy asustada. Ella no pudo evitar el hipo. "¿Y ahora? ¿Qué debo hacer? No puedo volver a mi casa en la oscuridad. ¡Si tuviera al menos una linterna! ".

De pronto, ¡vio una linterna volando!
- ¿Quién es usted? Preguntó la mariposa muy asustado.
- Yo soy el insecto feo que usted burlaste hace pocos días. ¡Yo soy una luciérnaga! Durante el día no tengo ninguna belleza, pero por la noche el Creador me hace brillar como una luz intermitente. ¿Usted está viendo? Me enciendo  la luz y apago la luz. Te voy a mostrar el camino de regreso a su casa. ¡Sigue mi intermitente luz! Respondió el pequeño insecto.

Y así, la pequeña luciérnaga salvó la mariposa que se perdió en la noche. A partir de ese día la mariposa se ​​ha hecho más humilde. Reconoció el valor de los demás. Ella pensó: "¡Cada uno tiene su importancia! ¿Que sirvió toda mi belleza? Si no es por la luz de mi amigo yo perdería a mí mismo con la belleza y todo! "

Más importante que aprender a apreciar las cualidades de los demás, también hay que reconocer que hay alguien que se puede confiar en todas las circunstancias de su vida y quiere que usted ¡viva en la luz! Él (Jesús) dijo: "Yo soy la luz del mundo: el que me sigue no andará en tinieblas, sino que tendrá la luz de la vida." (Juan 8:12)